Uma
experiência muito bacana que tivemos foi participar do Festival
Mundial da Paz. Estivemos dia 9 de Setembro no parque do Ibirapuera para oferecer okiyome, a Luz Divina. Foi curioso como tudo aconteceu... Só me mostra como
as coisas fluem quando nossas intenções se alinham com as de Deus!
Eu
tinha recebido um convite pelo facebook para participar de um trabalho
voluntário na construção das geodésias (aquelas estruturas de bambus) do
Festival. Como eu e Luana Barone, amiga que (re)conheci no dojo de Pinheiros, já estávamos interessadas em
bioconstruções, de pronto nos oferecemos para colaborar aprendendo.
Acabei não indo, mas outra Yokoshi foi e
transmitiu a luz para um dos organizadores. Com isso ela conseguiu um local para
podermos realizar a prática da Arte Mahikari no último dia do evento!
Convidamos amigos de outras sedes e esse encontro foi simplesmente fantástico. O dia estava
lindo, com o sol bem forte. Eu tive alguns imprevistos que quase me
impediram de ir, mas graças, conseguir chegar!
O
parque estava repleto de atividades e pessoas engajadas na evolução espiritual: deeksha, reike, redução de danos, muitos outros. Uma pluralidade de projetos, muito interessante. Me senti grata por estar naquele lugar, e a cada okiyome realizado,
me esforçava mais para sintonizar com o amor com Deus. Transmiti a uma mulher que sentiu que a luz estava
“limpando” sentimentos antigos, que, em suas palavras “como se tivessem várias
camadas, como uma cebola” e a luz estivesse entrando por todas, até a última
camada. É indizível o prazer de realizar a prática e depois a pessoa sair
sorridente, feliz e extasiada!
Mas
a maior surpresa ainda estava me aguardando. Faltando um minuto para que nós
encerrássemos as atividades, aproximou-se de mim um rapaz muito gentil interessado
em conhecer a Sukyo Mahikari. Ele parecia aberto para o mistério! Mesmo com pouco tempo para encerrar as atividades (seguindo a programação do festival), decidi começar, pois o clima no parque estava muito agradável. Enquanto transmitia a Allan, percebi que se emocionou, seus olhos piscavam rapidamente... Parecia ser uma pessoa sensível vivendo uma experiência intensa. Estava curiosa para saber o que ele estava sentindo. Muitas pessoas têm
experiências boas, vêem cores, luz, têm visões de símbolos ou entidades... mas muitas não “sentem nada”.
Quando terminei, ele estava encantado! Disse que sentiu seus órgãos se
organizando, sentiu a minha energia, a energia da luz e a dele... Conversando,
descobrimos uma afinidade: ele mora na mesma cidade em que morei na adolescência. Coincidência é o nome que damos para eventos extraordinários que não
achamos razão certa de ser, tamanha nossa incompreensão do mundo espiritual.
Para mim estava mais do que certo: não por acaso aquele rapaz foi perguntar
justo a mim sobre a Arte, não por acaso eu consegui ir ao evento, não por acaso
estávamos reunidos ali. Peguei o contato dele e passei o endereço da sede da
sua cidade. Naquela mesma semana ele foi conhecer a sede, e hoje, pouco mais de
um mês e muitas experiências maravilhosas com a luz, se tornou um Yokoshi, praticante da
Arte Mahikari.
Essa
experiência me mostrou a importância da atitude, de não vacilar, de
enfrentarmos todos os imprevistos e percalços do caminho e mantermos nosso foco
e sentimento mais profundo conectado a Deus.
GRATIDÃO, UNIVERSO!!
Em pé, da esquerda para a direita: Eduardo, Maura, Bruno Galdino, ?, Tomas Todoroki, Luana Barone, Victor Hugo, Aline Barrence, ?, Aline Gasparindo, José Ducati, ?, Lívia Estrella, Noiva da Gasparindo, Mônica Muller, .
Agachados: Yuri, Luís Gustavo Santos, Karen Sakai.
